A proliferação de construções sobre o solo, o avanço da extração de matérias-primas e o incremento da produção de biocombustíveis são fatores que influenciam diretamente no sustentáculo da agricultura e das florestas que são essenciais ao desenvolvimento sustentável. O primerio reflexo é o significativo aumento dos preços dos produtos alimentares, entre outras razões porque o solo agrágio está em acentuada diminuição. Também é correto afirmar que a tecnologia proporciona condições para uma agricultura intensiva, com maior produção a cada ano em comparação com a mesma área do ano anterir. Por outro lado, se desenvolve cada vez mais a agricultara biológica, com menor produtividade.
Esta é mais uma das encruzilhadas sobre as questões ambientais que vão de encontro com os valores fundamentais e repercutem diretamente na esfera econômica, social e política.
Para já, algumas indagações são necessárias. Será que poderemos prever que num futuro próximo, os países ricos serão aqueles que dispuserem de maior área de solo agrágrio per capita? Será que o Brasil estará preparado para estas transformações, combinando instrumentos políticos de desenvolvimento sustentável?
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